Colaboradores

São dois os colaboradores Brincallones que também aparecem por aqui de vez em quando: o corintiano Breno Timão e o são paulino Cachu Sampa. Os dois já foram Brincallones do time principal, mas por motivos de força maior não podem participar com freqüência. Seguem abaixo os perfis destes dois colaboradores segundo os próprios…

Breno Timão

Bom dia, boa tarde e boa noite. Entre todos esses estágios do dia, o esporte FUTEBOL entra na minha vida. Esporte esse que me faz torcer, debater, sorrir, fortalecer, entristecer e engrandecer. Quando se fala em futebol se fala em Breno da Silva Seibel, meu nome. E dentro desse mundo boleiro o Sport Club Corinthians Paulista tomou meu coração. Foi tomado por doses de influência do pai Rubens Seibel. Desde que nasci ele me influênciou para que o Corinthians fosse minha segunda pele. Isso ele não conseguiu, mas sim a primeira pele. Com certeza foi o maior presente que já ganhei na minha vida. Agradeço por ele ter me feito um Corinthiano.

Esse clube é diferenciado. É um clube das massas, dos mais tradicionais do mundo e que é detentor da mais apaixonada torcida do Brasil. Só quem é alvinegro para saber como é diferente torcer para o TODO PODEROSO TIMÃO. Hoje e sempre o Corinthians será minha vida, minha história e meu amor incondicional.

A primeira grande decepção com um bom dicernimento do futebol foi em 1993 quando perdemos o Brasileiro para a máquina parmeirista. Mas, foi fantátisco do mesmo jeito. Vi aos 8 anos toda a decepção do meu pai que em toda sua história como torcedor tinha apenas visto o time ganhar 1 grande título de expressão em âmbito nacional. Aquilo só me fez fortalecer junto do meu irmão também corintiano fanático.

Dali para frente o Todo Poderoso nos fez somar mais uma decepção. Perdemos nas semifinais no Brasileiro de 94 para o Vitória de Dida. Veio 1995, ano especial. Inicia-se a era glorioso do presidente Alberto Dualib. Neste ano vencemos a Copa do Brasil e o Paulista em cima de um dos maiores rivais o Palmeiras com um gol do Marcelinho Carioca. Jogador esse que me fez só me apaixonar ainda mais por essa agreamição. Em 1997 levamos o Paulista e começava a construção de um grande time que daí por diante foi avassalador até os dias de hoje. Triunfamos um bi-brasileiro em 98 e 99. Batemos na trave em 2002, porém ganhamos Copa do Brasil e Rio-São Paulo, já que o estadual estava extinto nessa temporada. Retrocedendo dois anos chegamos ao auge em 97 anos de história. Conquistamos o mundo em casa, em pleno Maracanã enfrentando muitas dificuldades. A vitória saiu nos penais com a nação Corinthiando lotando as arquibancadas do estádio. Estava escrito novamente a segunda invasão corintiana. A primeira aconteceu em 1976, quando batemos o “A MÁQUINA TRICOLOR” (FLU), de um dos maiores ídolos do Corinthians, Roberto Rivelino.

Mais tarde computamos mais o Paulista de 2003 e Brasileiro em 2005. Foi o tetra em 2005 com o jogadorzasso Carlitos Tevez sendo o cara. Inesquecível.

Ver todos esses títulos entre outros não citados nesse período foi magnífico e assim será para sempre na vitória e nas derrotas. Obrigado Pai, Corinthians e Nação Corinthiana por eu ser hoje um Corintiano com muito orgulho.

Cachu Sampa

Cachu Sampa é um sujeito natural de Jundiaí-SP e possui uma família de santistas e palmeirenses. Seu pai e seu avô são santistas fanáticos e seus tios e primos em maioria são palmeirenses. Criado num antro de ódio mortal ao Corinthians, teve seu ínicio de infância dividido entre a influência santista do pai e a fascinação por um time que ganhava tudo, o São Paulo de Telê Santana. Meu amor pelo São Paulo Futebol Clube tem ínicio de fato em 93 no jogo São Paulo 3×2 Milan. Me lembro que o Milan tinha um timaço formado por Baresi, Costacurta, Massaro, Albertini e cia ltda. Nunca me esqueço do palhinha abrindo o placar, do cerezo (melhor em campo) e é claro, daquele gol espírita do muller eterno camisa 7 tricolor. A partir daí me tornava são paulino de verdade, e passava para um ciclo que se encerra somente na morte, o de torcer pelo seu time na sáude e na doença, na riqueza e na pobreza e por ai vai. Agradeço a Deus todos os dias por não ter permitido que meu pai me tornasse santista…ô desgraça!! Hoje vivo o clima 5-3-3, o clima do maior time do Brasil… Vamo São Paulo, Vamo São paulo, Vamo ser Campeão!!!

Cachu Sampa 5-3-3

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