Caros colegas de blog. Tenho várias coisas para postar aqui. São pelo menos um 5 posts que eu deverei fazer. Mas não todos hoje. Hoje vou falar apenas do desempenho do Palmeiras neste ano de 2007.
E se tem um jogo que pode definir o ano alvi-verder foi a vitória de 2×0 sobre o ipatinga na copa do brasil. Ganhou, mas não levou.
Nesse jogo da copa do Brasil, o Palmeiras precisava reverter um resultado adverso no jogo anterior. Mais ou menos como time precisava reverter o resultado adverso da campanha “desgramenta” (nada como neologismos) de 2006.
No primeiro tempo o time jogou muito bem. Fez dois gols. Atacava bem, dominava o meio de campo, até o momento parecia que a coisa ia pra frente. Já, no segundo tempo, sabe-se lá Deus porque, o time entrou em campo parecendo um bando de velhinhas com problemas na coluna. Foi um segundo tempo péssimo, em que só não levamos alguns gols que seriam desastrosos, graças a Diego Cavallieri. Mas ainda assim fomos para os penaltys.
Nesse ano inteiro o Palmeiras alternou jogos muito bons com apresentações lamentáveis. Em vários momentos demonstrou raça e qualidade e a esperança vivia novamente. Em outros parecia que estavam todos com diarréia e não podiam correr senão iriam borras as calças. Mas mesmo asim, conseguiu levar a decisão da temporada, para o último jogo da mesma. Graças a Diego Cavallieri. Ou seja, ainda havia esperança tal qual na cobrança de penaltys contra o ipatinga.
Nesta fatídica noite, o Palmeiras chegou a se classificar. Por dois segundos. Porque o juiz viu Diego Cavallieri se adiantar. Se houvesse um manual de jogador de futebol, essa defesa do Diego estaria sob o título: ”Como defender um penalty.”. Mas mesmo assim o juiz mandou voltar.
Esse fato ilustar apenas a primeira das vezes que o time de Parque Antártica foi prejudicado pela arbitragem. Foram inúmeras vezes que não só os árbitros, mas também o STJD prejudicou o Palmeiras.
Mas mesmo assim o Palmeiras poderia ainda matar o jogo. Mas Caio Júnior mandou Valdívia voltar e mandou Amaral cobrar. Deu no que deu.
Assim como no jogo contra o ipatinga, Caio “Potter” Jr. conseguiu organizar o time e fazer o time acreditar que poderia ganhar. Mas mexeu mal e foi decisivo no resultado final.
Ao nosso técnico de óculos modernos, falta pulso, falta ”boleiragem”, malandragem. Falta a ele o que o Felipão tinha de sobra. Como quando após, a derrota para o corinthians no primeiro jogo da semi-final da Libertadores de 2000, Felipão chamou o time para dar um esporro. Por um destes acasos do destino, a sala onde estava acontecendo a bronca tinha uma janela bem grande e a imprensa estava lá, do lado de fora, para pegar palavra por palavra. Conveniente não?
Não sei se pelo fato de Caio Júnior não ter essa “boleiragem”, de não ter pulso mais firme, o time do Palmeiras foi constantemente inconstante. Em um jogo era o Médico. No outro era o Monstro. Praticamente a versão futebolística da obra-prima de terror do escocês Robert Louis Stevenson.
Hoje, em cartaz no Palestra Italia.

Dezembro 4, 2007 às 4:24 pm
Não acho justo crucificar o Caio Jr., acho ele um excelente treinador. Acho que faltou pulso para alguns jogadores do Palmeiras, e não ao treinador. Por que sejamos realistas: Rodrigão não é jogador para ser titular de um time com a história e a tradição do Palmeiras. (O segundo time mais tradicional do estado de São Paulo, porém ainda bem longe do primeiro: Santos Futebol Clube)
Só tira uma dúdiva minha: no ano passado não ocorreu o contrário em relação à vaga da Libertadores? Foi o Palmeiras que estava a principio fora mas conseguiu a vaga na ultima rodada?
Dezembro 4, 2007 às 4:31 pm
Não, não. Foi em 2005 isso.
Dezembro 4, 2007 às 4:52 pm
Ah, é verdade! Obrigado!
Dezembro 5, 2007 às 10:43 pm
Nao acredito… a saudades ta chorando o leitinho derramado… poxa vc sempre q rola leite os porquinhos choram… ate agora chorando por causa do ipatinga… brincalhao
Fevereiro 21, 2008 às 10:38 pm
eae vc acha que os mano suguira a za do coringão